O rio Hudson já não separa as campeãs do topo do mundo. A partir de 2028, Nova Iorque deixa de ser apenas a cidade dos arranha-céus para se batizar, por inteiro, como a capital do futebol feminino. O Gotham FC vai fazer as malas, despedir-se de Nova Jérsia e fixar residência em Queens, no novo Etihad Park

O recinto de 25 mil lugares, com abertura agendada para a primavera de 2027 e vocacionado exclusivamente para o futebol, será partilhado com os New York City FC, emblema da MLS. Esta parceria estratégica visa consolidar a metrópole como uma capital global da modalidade, facilitando o acesso a mais de três milhões de novos adeptos através da rede de transportes públicos nova-iorquina.
A infraestrutura, que se destaca por ser um estádio totalmente elétrico e pioneiro no país, promete uma experiência única. O público terá à disposição espaços emblemáticos como “The Cube”, uma entrada monumental em formato de cubo LED com sete andares, uma esplanada com mais de 800 metros quadrados dedicada aos adeptos e um mercado gastronómico representativo dos cinco bairros da cidade. Para as atletas do Gotham FC, o complexo reserva balneários personalizados e uma identidade visual moldável nos dias de jogo.
A liderança do clube encara a mudança como o reflexo de uma ambição que supera a conquista de títulos, assumindo o compromisso de continuar a investir fortemente na valorização do desporto no feminino.
É o desporto no feminino a exigir, por direito próprio, o centro das atenções, o melhor relvado e o público mais vibrante
O projeto reforça a oferta desportiva de um recinto que, além do campeonato nacional, receberá os torneios olímpicos de futebol em 2028.






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