Serena Williams está de volta. Aos 44 anos, e quatro temporadas depois de ter abandonado o ténis profissional, a norte-americana decidiu retomar a competição.

O anúncio, feito esta semana, apanhou o circuito de surpresa e a sua agenda já está definida: o regresso oficial acontece no WTA 500 de Queen’s, em Londres, e prolonga-se para o torneio de Berlim, que se disputa logo a seguir.
O plano de Serena é claro: usar a época de relva como rampa de lançamento. Em Londres, vai jogar pares ao lado da jovem canadiana Victoria Mboko. Para o torneio alemão, o nome da parceira ainda não é conhecido, nem sequer se sabe se a antiga número um mundial irá aventurar-se no quadro de singulares.
A própria Williams admite que cada torneio agora tem um peso diferente. O objetivo é ganhar ritmo competitivo antes de Wimbledon, fechando um hiato que durava desde o US Open de 2022. Entre 8 e 21 de junho, os olhos do desporto mundial estarão postos nesta série de jogos.
Não é apenas uma veterana a regressar; é a tentativa de uma lenda, com 23 Grand Slams no currículo, provar que a sua última palavra ainda não foi dita.





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