A hegemonia europeia que até então falava espanhol mudou de mãos em Pesaro, e fê-lo com o estrondo de um rugido que ecoará por muito tempo. Numa final que prometia ser um choque de titãs, o Sporting desmantelou o sonho do “tetra” do Palma Futsal, reclamando para o clube de Alvalade a terceira Champions da sua história.

Foto: Sporting CP


Não foi apenas uma vitória foi uma demonstração de superioridade tática e mental que transformou o até então imbatível campeão espanhol numa equipa sem soluções.

O encontro começou com uma intensidade asfixiante imposta pelos homens de Nuno Dias. Logo aos quatro minutos, a estratégia leonina deu frutos quando Diogo Santos, num momento de pura audácia, bateu Cavalcanti e inaugurou o marcador. O golo não foi um acaso, mas sim o reflexo de um Sporting que dominava todas as zonas da quadra, obrigando o Palma a refugiar-se nas defesas milagrosas do seu guardião, o único obstáculo real entre os leões e uma goleada precoce.

Nem a expulsão do autor do golo leonino , antes do descanso, abalou a estrutura verde e branca. Com uma entreajuda exemplar, os leões sobreviveram à inferioridade numérica e regressaram para a segunda metade prontos para selar o destino.

O golpe final chegou aos 36 minutos, quando o desespero espanhol resultou num autogolo de Alisson Santos sob pressão de Chishkala. Com 2-0, a festa portuguesa instalou-se na Arena de Pesaro, confirmando que o trono europeu agora tem novas cores.

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