Alvalade parou por uns instantes antes do apito inicial entre o jogo da equipa masculina entre Sporting e o Vitória SC, mas desta vez não foi por causa de um golo ou de uma decisão do VAR. O foco estava todo em Rita Fontemanha. A capitã leonina, que é basicamente uma instituição viva no clube, subiu ao relvado para receber o reconhecimento de uma casa que foi sua durante os últimos dez anos.

Não foi uma cerimónia vazia. Houve guarda de honra feita pelas companheiras de equipa e uma camisola entregue por Frederico Varandas, mas o que se sentiu foi o peso de uma década de dedicação. Fontemanha já tinha avisado que o fim da linha estava próximo, e este domingo, contra o Racing Power, a média vai mesmo calçar as chuteiras pela última vez e fechar a porta do balneário como profissional
Apesar de esta época ter sido mais discreta em termos de regularidade e somou seis jogos, o seu papel vai muito além das estatísticas. É a voz do balneário e a cara de um projeto que cresceu com ela e venceu títulos com ela.
A partir de segunda-feira, o futebol português fica com menos uma referência em campo, mas Alvalade garantiu que a despedida estivesse à altura do legado que ela deixa.





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