O asfalto e a terra do Campeonato de Portugal de Ralis sofreram um abalo inesperado esta quinta-feira, com o anúncio de duas ruturas de peso em duplas que prometiam marcar a temporada de 2026 em diferentes categorias

Com apenas duas provas decorridas a estabilidade das equipas deu lugar a uma dança de cadeiras antecipada que apanhou o paddock de surpresa e a assistir a uma reconfiguração forçada provando que nem os bons resultados garantem a longevidade das parcerias.
O divórcio mais impactante ocorre no escalão principal, onde Gonçalo Henriques e Inês Veiga decidiram seguir caminhos separados. O duo, que se tornou a face visível da Hyundai no CPR, encerra um ciclo de sucesso iniciado em 2024, ano em que dominaram as duas rodas motrizes.
Após uma estreia auspiciosa na categoria rainha a época passada com pódios no Algarve e na Marinha Grande, a dupla parecia ter encontrado o ritmo certo em 2026. Apesar de uma entrada discreta com um sétimo lugar na Aboboreira , a despedida aconteceu em tom de glória no mítico Rally de Portugal, onde garantiram o segundo lugar e a vitória na Power Stage.

Não menos surpreendente é a rutura na antecâmara do Campeonato de Portugal de Ralis Juniores (CPJR). Rafael Rego e Ana Gonçalves, que saltaram para o radar da Toyota está época após vencerem a Peugeot Cup e o título de Juniores na época transata, já não estarão juntos no habitáculo. A separação surge pouco depois de terem cumprido a missão de Carro 0 na etapa portuguesa do WRC





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