A passagem da Seleção Nacional Feminina de Sub-16 pelo Torneio de Montaigu, em França, foi uma verdadeira prova de resistência e aprendizagem. Ao longo de quatro partidas, as jovens portuguesas sentiram o sabor do triunfo, a dureza da reviravolta e a frustração da falta de eficácia, encerrando a sua participação no 4.º lugar da classificação geral.

Foto: Tom Leveque (@lveprod_)



A campanha começou de forma ideal. Frente à França, Portugal mostrou solidez e paciência, resolvendo o encontro na reta final com golos de Mariana Ferreira e Alice Gonçalves. O 2-0 sobre as donas da casa lançou as “Quinas” com confiança para o resto da prova.

O Primeiro Alerta Mexicano e o Rigor Japonês
No segundo desafio, o México cruzou-se pela primeira vez no caminho nacional. Embora Mariana Ferreira tenha inaugurado o marcador logo aos 6 minutos, a equipa mexicana respondeu com força na segunda parte, impondo uma derrota por 1-3 às lusas.

Num jogo de alto nível técnico, a eficácia nipónica acabou por ditar a sentença. Apesar do golo de Beatriz Mourão, Portugal saiu derrotado por 1-2, resultado que afastou a equipa da grande final e a empurrou para a discussão do último lugar do pódio.

No jogo de atribuição do 3.º e 4.º lugares, o calendário voltou a colocar o México frente a Portugal. Foi o segundo duelo entre ambas as seleções no torneio, desta vez com contornos mais equilibrados. Embora a formação portuguesa procurasse a desforra, tal não foi possível. Um nulo ao intervalo que refletia o respeito mútuo. Aos 61 minutos, as mexicanas marcaram o único golo da partida.

Com este desfecho, o México assegurou a medalha de bronze, restando a Portugal um quarto posto que, embora agridoce, serviu para testar o talento nacional contra algumas das melhores escolas de futebol do mundo.

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