Depois de conhecidos os duelos dos quartos de final da Liga dos Campeões, ficaram também definidos os palcos onde se vão disputar os jogos. E há um dado que salta à vista: entre todos os clubes em prova, apenas um optou por não utilizar o seu estádio principal. Esse clube é o Real Madrid.

A equipa madrilena vai receber o Barcelona no dia 25 de março, mas não no emblemático Santiago Bernabéu. O encontro da primeira mão será disputado no Estádio Alfredo Di Stéfano. A segunda mão acontece a 2 de abril, no Camp Nou, casa do conjunto catalão.
Nos restantes duelos, os clubes não hesitaram em abrir as portas dos seus maiores estádios. O Manchester United recebe o Bayern Munique em Old Trafford a 25 de março, com a segunda mão marcada para 1 de abril, na Allianz Arena.
O Arsenal joga em casa frente ao Chelsea no Emirates Stadium a 24 de março, enquanto Stamford Bridge recebe o jogo decisivo no dia 1 de abril.
Na Alemanha, o Wolfsburg mede forças com o Lyon na Volkswagen Arena a 24 de março, seguindo-se a segunda mão, a 2 de abril, no Groupama Stadium.
O contraste é evidente. Enquanto a maioria dos clubes aposta nos grandes palcos para dar visibilidade às suas jogadoras, o Real Madrid mantém-nas afastadas do seu estádio principal. Uma decisão que volta a levantar dúvidas e críticas, reforçando a sensação de que, neste caso, o projeto existe mais por dever institucional do que por verdadeira convicção






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