Foi um incio de noite noite de futebol total, de autoridade e de brilho coletivo. O Arsenal não deixou margem para dúvidas e carimbou, com classe e intensidade, o passaporte para a final da edição inaugural do Mundial de Clubes , depois de atropelar o AS FAR Rabat por expressivos 6-0.

O jogo, disputado em Inglaterra, começou praticamente decidido. Em pouco mais de dez minutos, as londrinas já haviam colocado o adversário contra as cordas. Stina Blackstenius inaugurou o marcador com oportunismo, ao surgir na área e desviar de cabeça uma bola que ainda tentou ser afastada, mas que já tinha ultrapassado a linha de golo. Pouco depois, Frida Maanum mostrou talento e frieza, rodopiando sobre a defesa e finalizando com precisão para o segundo golo.
O domínio era absoluto e acabou por se refletir novamente no marcador. Uma infração na área, detetada após intervenção do VAR, deu a Mariona Caldentey a oportunidade de ampliar a vantagem. Da marca dos onze metros, a espanhola não tremeu e fez o terceiro com tranquilidade. Antes do intervalo, Olivia Smith voltou a deixar a sua marca: recuperada de suspensão, avançou até à entrada da área e disparou um remate seco e certeiro para o 4-0.
O relógio marcava o minuto 66, quando Russo, recém entrada, mostrou instinto de goleadora. Aproveitou um erro da guarda-redes marroquina, contornou-a com classe e finalizou para o quinto golo. Dez minutos depois, voltou a aparecer, desta vez a surgir pela esquerda da área e a rematar de pé direito para fechar uma exibição demolidora.
O 6-0 final confirmou uma noite perfeita para o Arsenal, que demonstrou estar novamente afinado no ataque e confiante no momento decisivo da temporada. No domingo, às 18h, o Emirates Stadium, casa do Arsenal, será palco da grande final, onde as inglesas jogarão em casa frente ao Corinthians.






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