Portugal abriu o Campeonato da Europa de futsal com uma declaração de força, talento e ambição. Num jogo intenso e emotivo, a Seleção Nacional venceu a Itália por expressivos 6-2, numa estreia que confirmou o estatuto de candidata ao tricampeonato europeu.

O palco foi a Arena Stožice, em Liubliana, e o início não foi fácil. A formação italiana entrou determinada e aproveitou uma distração defensiva para marcar logo nos primeiros minutos, silenciando momentaneamente os adeptos portugueses. Mas quem conhece esta equipa sabe: Portugal nunca se esconde.
O primeiro susto surgiu cedo, com a Itália a marcar nos minutos iniciais e a obrigar Portugal a correr atrás do resultado. A resposta, porém, não demorou a chegar. Com serenidade e intensidade, a equipa de Jorge Braz foi assumindo o controlo do jogo e encontrou o empate ainda antes do intervalo, com Diogo Santos a finalizar com classe e a repor a igualdade.
O segundo tempo foi totalmente pintado de vermelho e verde. Portugal entrou com outra velocidade e resolveu o jogo em poucos minutos. Edmilson Kutchy foi a grande figura do arranque da segunda parte, ao marcar dois golos quase de rajada, virando o marcador e deixando os italianos sem resposta.
A confiança cresceu e o quarto golo apareceu pelos pés do estreante Rúben Góis, que assinou um momento especial ao marcar no seu primeiro jogo em fases finais de Europeus, confirmando o futuro risonho da modalidade.
A Itália ainda reduziu, aproveitando um lance infeliz da defensiva lusa, mas Portugal não vacilou. Já nos minutos finais, Diogo Santos voltou a fazer o gosto ao pé, somando o seu segundo golo na partida e praticamente selando o desfecho.
Para fechar a tarde em grande, Bruno Coelho marcou o sexto e último golo, colocando um ponto final numa exibição convincente e carregada de simbolismo.






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