O Arsenal voltou a brilhar em Londres e conquistou uma vitória histórica por 2-0 sobre o Chelsea, num dérbi que ficará na memória dos adeptos. A última vez que as Gunners triunfaram contra os Blues neste confronto tinha sido a 31 de março de 2024, e hoje mostraram uma equipa cheia de confiança e determinação.

O primeiro tempo foi intenso, com oportunidades de ambos os lados. Katie McCabe obrigou a guarda-redes Hannah Hampton a uma defesa complicada, e Alessia Russo tentou aproveitar o rebote, mas viu o remate bloqueado. Emily Fox e Stina Blackstenius também testaram a sorte, enquanto Erin Cuthbert tentou surpreender a defesa do Arsenal, mas Kim Little e Lotte Wubben-Moy mantiveram o nulo. O Chelsea rondou o golo, mas a defesa visitante resistiu, e o intervalo chegou sem alterações no marcador.
No segundo tempo, a intensidade subiu. Russo chutou de fora da área, mas Hampton defendeu. Pouco depois, Beth Mead abriu o placar com um remate certeiro no canto inferior esquerdo, levando os adeptos visitantes à loucura. A pressão continuou, e Mead voltou a ser decisiva ao assistir Mariona Caldentey, que fez o segundo golo com precisão, consolidando a vantagem. A assistência de Mead marcou a sua 50ª na WSL, num dia que ficará para a história.
O Chelsea tentou reagir, mas o Arsenal controlou o jogo, combinando segurança defensiva com ataques perigosos. Substituições estratégicas mantiveram a equipa fresca, e Anneke Borbe garantiu que nada ameaçasse a vitória. No final, a equipa segurou o 2-0 e celebrou a primeira vitória fora de casa contra os Blues na WSL desde 2018, recordando a vitória histórica de 5-0 em Kingsmeadow.
Com esta derrota, o Chelsea soma a segunda no campeonato esta época e vê-se agora em segundo lugar, a seis pontos do Manchester City, líder da tabela, que ainda tem um jogo a menos. Uma vitória que não só dá três pontos ao Arsenal, mas reforça a confiança da equipa e deixa os adeptos em êxtase, provando que estão prontos para desafiar qualquer rival rumo ao topo da WSL






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