Ontem à noite, o Estadi Johan Cruyff voltou a ser palco de magia, emoção e memória viva do futebol. O Barça Femení deu um verdadeiro recital frente ao Atlético de Madrid e venceu por expressivos 5-0, numa exibição que ficará gravada no coração dos adeptos.

Foto: reprodução de Internet ( jlcats via X)



Alexia Putellas abriu o marcador logo aos quatro minutos, mas aquele não foi apenas o primeiro golo do jogo. Foi um daqueles momentos raros em que o tempo parece parar. Um remate certeiro, sim, mas sobretudo um golo carregado de simbolismo: o golo número 600 marcado naquele estádio que respira história blaugrana.

Depois, o espetáculo continuou. Clàudia Pina brilhou com dois golos, Esme Brugts juntou o seu nome à festa e Salma Paralluelo fechou a goleada, confirmando uma noite perfeita para a equipa catalã.

Alexia, mais do que capitã, é símbolo. Está cada vez mais perto de atingir a impressionante marca dos 500 jogos com a camisola do Barcelona faltam apenas 14. E como se isso não bastasse, encontra-se a apenas 11 golos de se tornar a segunda maior goleadora da história do clube, superada apenas por Lionel Messi.

Há golos que valem pontos. E há golos que contam histórias. O de ontem foi claramente do segundo tipo. Um golo com alma, com memória e com futuro. Um golo que confirma que Alexia Putellas não joga apenas futebol ela constrói legado.

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