A Juventus Feminina entrou em 2026 com o pé direito e o selo de campeã. Em Pescara, numa tarde marcada por chuva intensa e um relvado traiçoeiro, a equipa de Turim venceu a Roma por 2-1 e conquistou a Supertaça Italiana, somando o quinto troféu da competição à sua história. O momento decisivo chegou já perto do fim, com um toque de génio de Cristiana Girelli a selar a reviravolta.

O encontro começou com ritmo elevado apesar das condições difíceis. A Roma mostrou-se mais perigosa nos primeiros minutos e acabou por ser recompensada aos 23’, quando Giugliano apareceu na área para finalizar um cruzamento rasteiro e colocar as romanas em vantagem. A Juventus sentiu o golpe, mas nunca perdeu o controlo emocional do jogo.
A resposta surgiu ainda antes do intervalo. Após uma jogada bem construída pelo corredor direito, a bola sobrou na pequena área e Vangsgaard foi mais rápida que a defesa adversária, restabelecendo a igualdade e levando o jogo empatado para o descanso.
Na segunda parte, o equilíbrio manteve-se. A Roma tentou assumir novamente a iniciativa e criou algumas ocasiões perigosas. A Juventus, mais paciente, procurava espaços e apostava na experiência para resolver o jogo.
A entrada de Cristiana Girelli mudou o destino da final. Aos 85 minutos, numa jogada de insistência dentro da área, a avançada italiana mostrou classe e rapidez de execução ao desviar a bola com o calcanhar, fazendo explodir a bancada e confirmando a reviravolta bianconera.
Foi o golo da decisão. O golo do título. O golo que colocou mais uma Supertaça no museu da Juventus.
A internacional portuguesa Tatiana Pinto, numa temporada de elevado nível, foi titular e esteve em campo durante 84 minutos, contribuindo para mais uma conquista de uma equipa que continua a marcar o ritmo no futebol feminino italiano.






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