Depois do espetáculo diante da poderosa Alemanha, onde as nossas Sub-23 inclinaram o marcador por 3-1, a comitiva portuguesa viajou até Stavanger para encerrar o estágio… mas desta vez o desfecho não trouxe sorrisos.

Num ambiente frio e húmido, típico das terras nórdicas, Portugal entrou com alma, mas encontrou uma Noruega compacta, paciente e determinada a travar o ímpeto luso. E bastou um momento ,um único instante aos 27 minutos para o rumo da história mudar. Thea Kyvag, num lance que parecia inofensivo, recebeu um lançamento lateral pela esquerda, levantou a bola para a área… e o que era cruzamento transformou-se em surpresa. A trajectória quase teimosa, beijou o poste oposto e acabou dentro da baliza portuguesa. Um daqueles golos que nem a própria autora sabe explicar.
As lusas nunca baixaram os braços. Procuraram espaços, tentaram acelerar, giraram jogo de um lado ao outro, mas a muralha norueguesa revelou-se difícil de desmontar. Houve momentos de equilíbrio, lampejos de criatividade, mas faltou o toque final, aquele detalhe que tantas vezes decide partidas tão fechadas.
No apito final, ficou um estágio equilibrado: uma vitória convincente, uma derrota amarga e muitas lições na bagagem.






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