No fim de semana passado o Crystal Palace e o Leicester encontram-se para a ultima jornada da fase de grupos da Taça da Liga Inglesa com as Eagles a levar a melhor sobre as Fox.

O Leicester tentou responder, ganhou terreno e até assustou ao acertar com estrondo na trave por intermédio de Eiríksdóttir. No entanto, contra a maré, seria novamente o Palace a festejar: Vanhaevermaet aproveitou um livre teleguiado e, de cabeça, assinou o 2–0, deixando as donas da casa em estado de choque.
Depois do intervalo, o cenário não melhorou para o Leicester. O Palace manteve o pé no acelerador e Blanchard, com sangue-frio e pontaria fina frente ao seu antigo clube, ampliou para 3–0 após um cruzamento milimétrico.
E quando já parecia que o jogo tinha encontrado o seu rumo, o jogo virou cenário de pura tensão quando uma disputa aparentemente banal junto à linha lateral incendiou tudo. O ambiente aqueceu, os nervos dispararam e, em segundos, o encontro tomou um rumo inesperado.
Depois de McLoughlin ser derrubada num lance intenso junto à linha, instalou-se um turbilhão de protestos e empurrões. No centro da tempestade, Ruesha Littlejohn perdeu totalmente o controlo: agarrou Hannah Cain pelo pescoço e, sem rodeios, atirou-a ao chão.
A árbitra, sem margem para dúvidas, correu para o local e ergueu o cartão vermelho direto. Nada de avisos, nada de hesitações. Uma decisão inevitável perante a gravidade do gesto. Littlejohn abandonou o relvado sob um misto de indignação e incredulidade, enquanto as colegas tentavam recompor-se emocionalmente.
A expulsão deixou o Palace reduzido a dez e emocionalmente abalado. Mesmo com o Leicester em superioridade numérica, a partida perdeu foco competitivo .O que era um jogo normal transformou-se num episódio marcante, daqueles que se discutem nas bancadas, nas redes sociais e à porta dos estádios.






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