Depois da vitória por 2-1, Portugal e Suiça voltaram a encontrar-se e a equipa lusa voltou a vencer

O jogo ainda mal se tinha ajeitado e já Portugal encontrava forma de abaná-lo. Tudo nasceu de um lançamento lateral da Suíça, daqueles lances que parecem inofensivos, mas que se transformam quando a pressão funciona. A recuperação foi imediata, a bola sobrou para Beatriz Mourão, e ela tratou de resolver: um remate de pé esquerdo e aos 4 minutos, Portugal estava na frente e o marcador não voltaria a mexer.
A partir daí, a história foi de equilíbrio e nervo. De baixo do mau tempo que se fazia sentir a Suíça aproveitou bem a desordem do clima para subir linhas e pressionar alto. Essa insistência criou dificuldades claras à equipa portuguesa na saída de bola, obrigada muitas vezes a optar por soluções rápidas e arriscadas.
Ainda assim, as comandas de Inês Aguiar conseguiam respirar quando lançavam contra ataques perigosos que obrigaram a guardiã adversária a estar em constante atenção. A Suíça, mais agressiva do que no primeiro jogo, com o avançar do jogo, e já na segunda parte empurram o jogo para o meio campo português, insistindo no empate, com ataques diretos e ritmo alto, mas encontrou sempre uma linha defensiva portuguesa disciplinada e pronta a fechar espaço.
Portugal não baixou os braços e tentava ir à procura de mais, quando houve oportunidade para ampliar, o perigo também apareceu: Carolina Felisberto viu o seu remate sair a centímetros do poste, e Carolina Jorge obrigou a guarda-redes helvética a uma defesa difícil já perto do final. Mais uma vez a equipa das quinas a ter do seu lado as melhores oportunidades do jogo.
O marcador não voltou a mexer, mas também não precisou.
Portugal somou nova vitória completando a dupla jornada com duas conquistas e um nome a brilhar no início do jogo: Beatriz Mourão.






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