A nova temporada da Super League Feminina arrancou em Stamford Bridge e o Chelsea deu logo o aviso: continua pronto para mandar. As campeãs em título bateram o Manchester City por 2-1, numa exibição em que brilharam os reforços e em que Ellie Carpenter se estreou a deixar os adeptos rendidos.

O jogo começou equilibrado, mas aos 31 minutos Carpenter mostrou porque foi contratada: arrancada imparável pela direita e cruzamento perfeito para Aggie Beever-Jones inaugurar o marcador. O City tentou responder, sobretudo com bola parada, e até acertou na trave por intermédio de Alex Greenwood, mas a solidez defensiva azul foi superior.Na segunda parte, o Chelsea voltou a carregar pelo mesmo flanco e, ao minuto 64, Maika Hamano aproveitou um alívio incompleto da defesa para fuzilar a baliza da compatriota Yamashita e fazer o 2-0.

O City ainda voltou a acreditar quando um cabeceamento infeliz de Niamh Charles resultou em autogolo, mas as londrinas nunca perderam o controlo do encontro.O treinador Andrée Jeglertz, que fez a sua estreia na WSL após ter orientado a Dinamarca no Euro 2025, apostou em caras novas como Sydney Lohmann e Jade Rose, que mostraram qualidade mas não conseguiram travar a eficácia do Chelsea.

Para complicar ainda mais a tarde do City, Greenwood saiu lesionada e a jovem avançada Lily Murphy deixou o relvado de maca.Do lado contrário, a tarde foi de festa: Sam Kerr regressou finalmente ao banco depois de 20 meses ausente, e a recente contratação Alyssa Thompson foi apresentada aos adeptos, aumentando ainda mais o entusiasmo.

Depois de uma temporada histórica, com triplete interno (liga, taça e taça da liga), o Chelsea mostrou que continua com fome de títulos. Carpenter já se afirmou como arma ofensiva decisiva, Beever-Jones e Hamano começaram a faturar, e Sonia Bompastor tem agora um leque ainda mais poderoso para defender a coroa.

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