A WAFCON 2025 arrancou em grande estilo no Estádio Olímpico de Rabat com um jogo de tirar o fôlego. Marrocos, anfitriã e vice-campeã da última edição, recebeu a sempre competitiva Zâmbia num embate cheio de reviravoltas, que terminou com um justo 2-2.

Um começo que ninguém esperava.A bola mal tinha começado a rolar quando Barbara Banda mostrou porque é uma das maiores estrelas africanas: aproveitou uma desatenção da defesa marroquina e, com apenas um minuto, silenciou o estádio com o 0-1.

Um início de pesadelo para Marrocos, que viu o seu plano cair por terra nos segundos iniciais.

Reação rápida e nervos à flor da pele

Mas as “Lionas do Atlas” não demoraram a responder. Aos 12’, conseguiram um penálti e empataram, acalmando os ânimos das bancadas. O jogo seguiu equilibrado, com ambas as equipas a mostrarem intensidade e físico. No entanto, a retaguarda marroquina voltou a vacilar: aos 27’, Racheal Kundananji apareceu com o faro de golo afinado e recolocou as zambianas na frente.

Segunda parte de garra e alma

O tempo corria, a pressão aumentava e Marrocos precisava de uma heroína. E ela surgiu: Ghizlane Chebbak, a experiente capitã, pegou nas rédeas do jogo e nos minutos finais, com classe e calma, fez o 2-2. Um golo com sabor a alívio e esperança.

Marrocos mostra ambição

Apesar das fragilidades defensivas evidenciadas principalmente na abordagem aos primeiros minutos Marrocos voltou a provar que é uma seleção a ter em conta. Depois de um histórico segundo lugar em 2022 e de uma participação no Mundial 2023, a ambição está intacta e o apoio das bancadas pode ser decisivo.

Zâmbia quer mais

Do outro lado, a Zâmbia demonstrou intensidade, qualidade e coragem. A terceira classificada da edição passada entra na competição com fome de superação e com jogadoras como Banda e Kundananji a provar que podem sonhar alto nesta quarta presença no torneio.

Uma estreia vibrante que lança desde já um aviso: esta WAFCON promete espetáculo!

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