Aquilo que começou como uma temporada de sonho acabou em desilusão para os adeptos do Manchester City.

Foto: Manchester City

Depois de uma entrada fulgurante na época e de promessas de conquistas europeias, a equipa feminina dos “blues” vê agora confirmada a ausência na próxima Liga dos Campeões. E o golpe final foi cruel: um empate frente ao eterno rival, Manchester United.

A caminhada europeia desta época começou com um feito inesquecível , uma vitória por 2-0 frente ao poderoso Barcelona. Seguiram-se exibições de raça e talento, com o City a alcançar os quartos-de-final da Liga dos Campeões, onde caiu com honra diante do Chelsea. O início de época foi brilhante, e as expectativas estavam no topo.

Mas, como tantas vezes no futebol, tudo mudou.

As lesões começaram a acumular-se, as peças-chave foram caindo, e o rendimento da equipa começou a vacilar. A partir de Dezembro, o City deixou de ser aquele rolo compressor, passou a lutar para vencer jogos que antes pareciam fáceis. O Everton, por exemplo, foi um verdadeiro calcanhar de aquiles, roubando quatro pontos decisivos.

No penúltimo jogo da época, frente ao United, o City precisava vencer para continuar a sonhar com a Europa. E tudo parecia encaminhado: Laia Aleixandri e Rebecca Knaak colocaram as “citzens” a vencer por 2-0 ainda na primeira parte. A esperança renascia.

Mas o rival respondeu. Clinton reduziu ainda antes do intervalo e, já na segunda parte, Malard empatou. Mesmo com o United a jogar com menos uma jogadora nos minutos finais, o City não conseguiu encontrar o golo da vitória. Tentou, insistiu, lutou com tudo o que tinha… mas a bola teimou em não entrar.

Fim da linha. Quarto lugar na tabela. A Liga dos Campeões ficará a ser vista de longe, com um sabor amargo e um sentimento de “e se?” a pairar no ar.

Este empate não foi só um resultado, foi o desfecho de uma época que prometia tanto e entregou tão pouco no fim. Para quem sonhava alto, é um regresso forçado à realidade.

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